quarta-feira, 2 de maio de 2012

Economia Africana


Conhecido como o continente mais pobre do mundo, a África vem enfrentando problemas socioeconômicos desde os tempos coloniais. Cerca de um terço da população vivem com menos de um dólar ao dia. A região vive em situações precárias, causadas por conflitos armados, transmissão de epidemias que avançam cada vez mais e o agravamento da miséria.

Há um atraso econômico grande no continente, devido a fraca industrialização, uma sociedade consumista em baixa escala. A África participa apenas de 2% das transações comerciais no mundo, e concentra apenas 1% do PIB mundial. A colonização européia de certa forma ajudou, pois foram implantados sistemas de comunicação, introduziram-se cultivos e tecnologia europeus e desenvolveu-se um sistema de economia de intercâmbio comercial, que continua coexistindo com a economia de subsistência.
O continente tem grandes reservas de minério, mas não lucram em cima disso graças á exploração de países estrangeiros, mas a maior parte da sua população são agricultores e pastores.

A nação mais industrializada do continente é a África do Sul, que alcançou relativa estabilidade política e desenvolvimento, possuindo sozinha 1/5 do PIB de toda a África. O principal bloco econômico é o SADC, formado por 14 países, que se firma como o pólo mais promissor do continente.

As crianças acabam tendo que trabalhar porque os pais não conseguem trazer dinheiro suficiente para dentro de casa.

Guilherme Guerreiro

As doenças e epidemias existentes na África não são causadas somente pela questão da saúde também são fundadas em questões sociais como a pobreza e a ignorância.
Muitas doenças que existem na África como a malária ( que causa 80% das mortes) podem ser prevenidas ou curadas, porem continuam causando mortes devido a falta de assistência sanitária.
A AIDS é outro grande problema que atinge 30 dos 800 milhões de africanos poderia ser evitade sae o governo envestice na área da saúde e educação. A epidemia afeta a economia e o desenvolvimento demográfico da africa.

Thais Lima Quintana





segunda-feira, 30 de abril de 2012


A fome é um problema que atinge a vários cantos do mundo.
Talvez um dos mais atingidos seja a África, muitas crianças sofrem de desnutrição e o índice de fome é maior do que os outros continentes. O continente africano é um continente pouco desenvolvido e sofre de grande desvalorização e sua população vive com condições muito difíceis, sem moradia, sem saneamento básico e grande parte sem comida, várias vezes, as áreas secas não possibilitam o plantio de alimentos e eles não tem condições de comprá-los prontos e mesmo nessas condições não é muito o apoio que eles recebem. Até hoje, não se sabe certamente o motivo determinado da fome, talvez sejam as desigualdades, talvez seja o desperdício, talvez a falta de recursos ou qualquer outra coisa. Só o que se sabe, é que a fome é um problema que ainda não tem soluções viáveis e que atinge a muitos.
By : Vittoria Del Rio
Medir a fome na ÁFRICA !

Quanto antes a pobreza for denunciada, mais rápido chegará ajuda. Baseada nessa frase , a Unicef criou o RapidSMS: um sistema em que os agentes de saúde da Etiópia e do Malaui (país do sudeste da África) registram, digitando no celular, o peso e a altura das crianças. Isso permite que os governos locais vejam, em tempo real, todas as estatísticas da fome. Só falta acabar com ela.
Um sujeito de terno Armani disputando uma espiga de milho com um menino na África e dizendo: "me desculpe, preciso dele para o meu carro". E agora o etanol está competindo como alternativa ao combustível de petróleo e se tornando um grande tema. Acho que o motivo de eu ter procurado essas charges é que elas não o fazem rir, não o fazem chorar, mas sempre o fazem pensar. Acredito que, hoje, infelizmente, os cartuns políticos estão seguindo uma tendência de migrar para o campo do entretenimento e ainda tenho esperança de acreditar que um dia eles parem pra pensar !

By : Vittoria Del Rio

Você pode até achar engraçado ! Mais é a realidade :(


By : Vittoria Del Rio

domingo, 29 de abril de 2012

AIDS


Acaba de sair a publicação: "Relatório sobre a epidemia mundial  de Aids 2008", apresentada poucos dias antes do início da XVII Conferência Internacional da Aids que começa no próximo dia 03 de agosto, na Cidade do México.

A batalha travada contra a doença continua em aberto. O número de pessoas portadoras do HIV em todo o mundo já sobe para a casa dos 33 milhões. Em 2007, foram infectadas 2,7 milhões e morreram em conseqüência da aids dois milhões de pessoas. Segundo o relatório, “o número total de pessoas vivendo com o vírus tem aumentado, com aproximadamente 7.500 novas infecções diárias”.

Entretanto, registram-se também notícias positivas, associadas, na maior parte, aos bons resultados dos novos tratamentos contra a doença. Relatórios UNAIDS informam  que em países com baixos e médios rendimentos, cerca de três milhões de pessoas estão recebendo anti-retrovirais. Devido à duração deste tratamento, nos últimos dois anos  caiu de 2,2 milhões para 2 milhões (2007) a  mortalidade associada com a AIDS. Não obstante, “esta doença continua a ser a principal causa de mortalidade na África, onde vivem 67% dos HIV-positivos em todo o mundo”, relembra UNAIDS. Nesse continente, 60% das pessoas infectadas com o HIV são mulheres, e três em cada quatro jovens HIV-positivos  também são do sexo feminino.


By: Bianca Sotello