segunda-feira, 14 de maio de 2012

A África é o berço da humanidade....


ÁFRICA BERÇO DA HUMANIDADE
A mais marcante das singularidades africanas é o fato de seus povos autóctones terem sido os progenitores de todas as populações humanas do planeta, o que faz do continente africano o berço único da espécie humana.

Os dados científicos que corroboram tanto as análises do DNA mitocondrial(6) quanto os achados paleoantropológicos apontam constantemente nesse sentido.
O continente africano, palco exclusivo dos processos interligados de hominização e de sapienização, é o único lugar do mundo onde se encontram, em perfeita seqüência geológica, e acompanhados pelas indústrias líticas ou metalúrgicas correspondentes, todos os indícios da evolução da nossa espécie a partir dos primeiros ancestrais hominídeos. A humanidade, antiga e moderna, desenvolveu-se primeiro na África e logo, progressivamente e por levas sucessivas, foi povoando o planeta inteiro
Pela tradição, eurocêntrica e hegemônica, costuma alinhar o fato histórico com a aparição, recente, da expressão escrita, criando os infelizes conceitos de povos “com história” e de povos “sem história” que, eventualmente, o etnólogo Lucien LEVY-BRUHL iria transformar em “povos lógicos” e “povos pré-lógicos”(9). Mas a história propriamente dita é a interação consciente entre a humanidade e a natureza, por uma parte, e dos seres humanos entre si, por outra. Por conseguinte, a aparição da humanidade como espécie diferenciada no reino animal, abre o período histórico. O termo “pré-história”, tão abusivamente utilizado pelos especialistas das disciplinas humanas, é uma dessas criações que doravante deverá ser utilizada com maior circunspeção. (TVeBrasil)
Segundo Elisa Larkin Nascimento: A espécie humana nos livros didáticos é geralmente representada com a imagem do homem branco, e as teorias pseudocientíficas de hierarquia entre as “raças” destituíram o africano de sua condição humana tratando-os como “selvagens” ou “primitivos”, classificados como seres subumanos ou irremediavelmente inferiores.
Contudo hoje sabemos que a África é o berço da humanidade e do desenvolvimento civilizatório. Aquela idéia da velha divisão da humanidade em diferentes “raças” carece de fundamento biológico. É uma construção histórica, cultural e social.


 By: Bianca Sotello


terça-feira, 8 de maio de 2012


A África vive a guerra contra a pobreza
Márcio Masatoshi Kondo* Especial para a Folha de S.Paulo
Quando olhamos para o mapa-múndi, notamos que o continente africano ocupa uma posição singular: atravessado pelo meridiano de Greenwich e pela linha do Equador, surge como o centro do mundo. Aparente berço da humanidade, a África, tal qual uma mãe, tem de purgar silenciosamente todos os desmandos do "Homo superior".

Fornecedora da mão-de-obra que enriqueceu a Europa, paradoxalmente foi esquartejada na Conferência de Berlim (1884-85): constituiu-se em 53 países separados por fronteiras artificiais, com incontáveis grupos etno-culturais que tiveram sua coexistência, nem sempre pacífica, e seus modos de vida destruídos em nome do progresso.

Não bastasse o quadro natural adverso (1/3 de áreas desérticas e em expansão e florestas impenetráveis), a África é vítima do seu passado: possui o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e o maior IPH (Índice de Pobreza Humana) do mundo, ou seja, o menor PIB per capita, a menor taxa de urbanização, as maiores taxas de analfabetismo, de subnutrição, de natalidade, de mortalidade, de mortalidade infantil e de crescimento demográfico).

Além disso, convive com as doenças e a fome (na Somália, na Etiópia e no Sudão) e as guerras civis em Angola, Serra Leoa, Burundi, Ruanda e na República Democrática do Congo (ex-Zaire) e de fronteira (Chifre da África).

Sua economia, primário-exportadora, assegura o desenvolvimento, ainda que reduzido, de poucos países (Líbia, Egito, Marrocos, Tunísia, Zimbábue e África do Sul).

A maioria das nações vive da economia de subsistência, da plantation, quando não adoece ou passa fome.

Por ter mercado consumidor escasso, a África não pode participar do mundo globalizado, para o qual, não passa do lar de Tarzan e merece ser castigada, pois ousou sonhar com a liberdade após a "civilizada" 2ª Guerra Mundial. Seu lugar é apenas nos mapas.

Não bastasse isso, há duas décadas, a África da fome, das guerras e dos refugiados morre lentamente, vítima da AIDS. Mais de 23 milhões de casos numa população de 760 milhões de pessoas.

Nos 16 países em que mais de 10% da população está infectada (36% em Botsuana, 25% no Zimbábue e na Suazilândia, 20% na África do Sul e em Zâmbia), o HIV matará cerca de 80% dos adultos.

A malthusiana omissão mundial é tão inquietante quanto a cínica "solidariedaids". A sensação de que a humanidade é matricida é desoladora. Ainda mais quando os jogadores de futebol de Camar
Ariel Fonseca



Por trás da riqueza, pobreza.
Por trás dos gritos, gemidos.
Por trás das cores, dores.
Por trás da festa, guerra.
Por trás da África, ÁFRICA!

Roberto Costa


Taxa de Mortalidade Infantil na África


Taxa de mortalidade infantil: total: 58,26 mortes/1.000 nascimentos
homens: 61,64 mortes/1.000 nascimentos
mulheres: 54,81 mortes/1.000 nascimentos (2008 est.)
AnoTaxa de mortalidade infantilPosiçãoMudança PorcentualData da Informação
200360,8457 2003 est.
200461,81521,59%2004 est.
200561,81500,00%2005 est.
200660,6649-1,86%2006 est.
200759,4443-2,01%2007 est.
200858,2642-1,99%2008 est.


Vídeo, We are the World

http://www.youtube.com/watch?v=Glny4jSciVI

Paulo

quinta-feira, 3 de maio de 2012

''Poucos países da África são industrializados e mesmo assim a grande maioria,são indústrias extrangeiras,especialmente as mineradoras que se instalam ,em países africanos,explorando seu subsolo.
As indústria de capital africano são alimentícias ou de produtos de extração vegetal.
O país mais industrializado é a África do Sul!'' !Países que vem tentando vencer as difículdade e crescer um pouco mais são a Africa do Sul, o egito, e a nigéria, que tem se tornado um grande exportador de petróleeo do continente, alavancando setores da economia ligado a produção petrolífera.'' Países que vem tentando vencer as difículdade e crescer um pouco mais são a Africa do Sul, o egito, e a nigéria, que tem se tornado um grande exportador de petróleo do continente, alavancando setores da economia ligado a produção petrolífera.
A Africa do Sul tem apresentado um ótimo desempenho no setor industrial e agrícola, onde a maior parte dos minérios que ela utiliza para as indústrias, são extraídas do próprio país, mas mesmo assim, a sua industrialização ainda não é tão grande!!!!!!!!!!!!
Países que vem apresentando uma boa perspectiva de crescimento, mesmo embora ainda incipiente, são Angola e República do Congo, que também possuem muitos recursos minerais e uma grande bacia hidrográfica na Rep. Dem. do Congo, com grande potencial para a produção de energia elétrica.
O restante do continente é desprovido  de grandes indústriaaaas :) by vitoria assis